Alunos da Universidade de Indiana foram pegos de surpresa ao descobrir que dados trocados em e-mails foram parar em mãos erradas. Não houve prejuízos para os envolvidos, porque se tratava de um estudo de pesquisadores do Anti-Phishing Group, que pertence à instituição.
O método científico levantou questões éticas como se os participantes do projeto deveriam saber que estavam participando dele ou se é estritamente necessário roubar para compreender o roubo.
Os pesquisadores da universidade afirmaram que atuar como piratas virtuais era a melhor maneira de compreender o modus operandi dos criminosos.
"Eu não sabia que estava sendo usado", disse Kevin McGrath, 25, um estudante de doutorado na Universidade de Indiana, que foi um dos "participantes passivos" do projeto.
"Nós não acreditamos que você pode ir e perguntar às pessoas: Você já sofreu um phishing? Há um estigma associado com isso, é como perguntar para alguém: Você já foi violentado?", disse Markus Jakobsson, um professor de informática associado ao departamento.
Não é ilegal cometer este tipo de ação para fins de pesquisa, segundo a universidade. Membros do conselho da instituição aprovam o projeto, apesar das críticas. Cerca de 30 alunos que souberam dos atos reclamaram oficialmente dos métodos utilizados. O número total de "participantes passivos" da última sondagem não foi divulgado.
Uma outra pesquisa do gênero feita em maio com 600 alunos mostrou que 72% deles se sentiam à vontade para transmitir dados como nomes de usuário e senhas a endereços de e-mails que lhes parecessem familiares.
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Um comentário:
massa =D
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